O sensor de ionização é uma das soluções mais confiáveis para detectar a presença de chama em sistemas térmicos automatizados.
Sua função crítica é proteger os processos industriais ao garantir que o combustível só seja liberado quando a queima estiver devidamente estabilizada.
Essa tecnologia é empregada em fornos, caldeiras e estufas industriais, onde o controle preciso da combustão evita acidentes, perdas energéticas e interrupções de operação.
Ao contrário de métodos ópticos, o sensor de ionização opera por meio da detecção de corrente elétrica gerada pela chama.
O princípio é simples, quando a chama está presente, ela ioniza o ar ao seu redor, permitindo a passagem de corrente entre o eletrodo e o terra. Esse sinal elétrico é interpretado pelo sistema como confirmação de combustão ativa.
Nos equipamentos industriais, o sensor de chama ionizante é preferido por sua resposta imediata e confiabilidade, especialmente em ambientes com fuligem ou alta umidade, onde sensores ópticos podem falhar.
Ele atua em conjunto com válvulas de segurança, controladores e CLPs para acionar desligamentos automáticos sempre que detecta falhas na queima.
A pergunta como funciona o sensor de ionização é comum entre profissionais que lidam com manutenção de sistemas de combustão. O eletrodo do sensor é posicionado na zona da chama.
Quando esta está ativa, ocorre ionização dos gases, permitindo que uma corrente muito baixa (em microamperes) flua até o sistema de controle, que reconhece o status como “chama presente”.
Esse mecanismo é especialmente eficaz em sistemas que utilizam gás natural, óleo diesel ou BPF, e que exigem supervisão constante da integridade da chama.
Em caso de apagamento acidental, o sensor interrompe imediatamente o fornecimento de combustível, prevenindo riscos críticos.
O sensor de ionização de chama é instalado em equipamentos térmicos que operam com ou sem supervisão direta.
Seu uso é obrigatório conforme normas internacionais de segurança, como EN 298 e NFPA 86, que exigem mecanismos automáticos de verificação da presença de chama.
Entre os ambientes onde esse sensor se destaca, estão:
- Caldeiras industriais: garantindo o desligamento imediato em caso de falha de ignição;
- Fornos de atmosfera controlada: onde a combustão precisa ser monitorada sem interferência visual;
- Estufas com queimadores modulantes: em que o controle da intensidade da chama deve ser dinâmico.
Veja abaixo as principais vantagens desse sistema de detecção:
- Resposta ultra-rápida: interrompe o processo em milissegundos ao detectar ausência de chama;
- Resistência em ambientes severos: funciona com eficiência mesmo com fuligem ou vapores agressivos;
- Integração simplificada: compatível com controladores modernos e sistemas SCADA;
- Baixa necessidade de manutenção: limpeza simples e durabilidade estendida do eletrodo.
Muitos profissionais questionam se o sensor de chama baseado em ionização é superior a modelos ópticos ou de fotocélula.
A resposta depende da aplicação, mas no geral, o sensor de ionização apresenta maior confiabilidade em condições adversas, com menor taxa de falsos positivos e maior durabilidade. Sua construção simples o torna ideal para uso contínuo em sistemas críticos.
Sim. O sensor de chama ionizante é compatível com combustíveis como gás natural, óleo diesel e óleo BPF. Sua eficiência se mantém mesmo em sistemas com combustão de baixa intensidade.
O princípio de como funciona o sensor de ionização envolve a detecção da corrente elétrica gerada pela chama. Esse sinal é processado por controladores que ativam válvulas de segurança, evitando a liberação de combustível em caso de falha.
O termo sensor de chama pode se referir a diferentes tecnologias, como fotocélulas ou detectores infravermelhos. Já o sensor de ionização de chama atua especificamente por meio da condutividade elétrica gerada pela combustão.
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